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19 de Fevereiro de 2014

Estudo mostra relação entre médicos e indústria farmacêutica.

Pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) com 300 médicos que assistem pacientes com o vírus HIV no Estado de São Paulo revela que 64% desses profissionais de saúde tiveram alguma relação com empresas farmacêuticas. O estudo, do professor Mário Scheffer, analisou a interação entre médicos e empresas produtoras de medicamentos antirretrovirais (ARVs) no contexto de uma política pública universal de tratamento do HIV e da Aids.

De acordo com Scheffer, o programa público brasileiro de tratamento da Aids deve considerar o potencial de influência das empresas farmacêuticas na prescrição dos médicos. "Isto é ainda mais necessário em um momento de ampliação do uso de antirretrovirais, com a política de antecipação do tratamento para todos as pessoas diagnosticadas com HIVpositivas e diante do potencial uso dos medicamentos na prevenção (profilaxia pré e pós exposição)", ressalta.

O grande consumo de ARVs no Brasil, inserido em uma política pública de acesso universal, faz com as empresas farmacêuticas acionem as mais variadas estratégias de promoção, atividades informativas e de persuasão com o objetivo de induzir à prescrição, dispensação, aquisição pelo poder público e utilização de seus medicamentos. "Neste sentido, o médico prescritor de ARV, que conta com o auxílio de diretrizes clínicas produzidas pelo programa governamental, mas também goza de autonomia profissional no momento da prescrição, passa a ser alvo prioritário do marketing promocional das empresas", afirma o professor da FMUSP.

Fonte: Bol 

 

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