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05 de Setembro de 2016

Vasectomia: mitos e verdades

Rumores sobre impossibilidade de reversão e sobre impotência são os mais comuns mas, agora, iremos explicar como a cirurgia funciona e o que é verdade e mentira na medicina atual.

Este texto foi baseado em uma entrevista que o Dr. Drauzio Varella fez com o Dr. Sami Arap, professor de urologia na Faculdade de Medicina da USP e membro da equipe do Hospital das Clínicas e do Hospital Sírio-Libanês.

O que é a vasectomia? Vasectomia é uma cirurgia que interrompe a circulação dos espermatozoides conduzidos através do epidídimo – um tipo de tubo em forma de novelo que fica na parte superior dos testículos – para os canais deferentes que desembocam na uretra. Esse método contraceptivo é bem eficaz mas, mesmo assim, muitos homens não passam pelo procedimento porque acreditam nos rumores de impotência sexual. A vasectomia torna o homem estéril, mas não interfere na produção de hormônios masculinos nem no desempenho sexual.

O mais irônico é que, baseado em estatísticas, o Dr. Dráuzio Varella relata que boa parte dos homens brasileiros não se incomoda que suas parceiras façam o procedimento de laqueadura das trompas (uma cirurgia bem mais invasiva), mas foge da vasectomia.

É uma cirurgia reversível? Tecnicamente, a vasectomia é reversível. Mas a taxa de sucesso da cirurgia de reversão pode variar muito. Por exemplo: se o homem passou pelo procedimento há mais de 5 anos, a chance de sucesso com a reversão é bem menor. Dr. Sami Arap explica: “Se a reversão for feita três ou quatro anos depois da vasectomia, em 90% dos casos o espermograma é bom e, em 70% existe a chance de a mulher engravidar. À medida que o tempo passa, a hiperpressão no epidídimo vai gerando fibrose e surgem obstruções não no lugar em que foi feita a ligadura, mas abaixo desse ponto, o que complica a cirurgia. Embora o índice de repermeabilização seja sempre o mesmo, os espermatozoides não aparecem. Além disso, a cirurgia de reversão é muito mais complicada e precisa ser realizada no hospital, com anestesia troncular, com a utilização de material de microcirurgia. 

Há riscos do procedimento não funcionar? Em 2% ou 3% dos casos, por alguma razão, forma-se um granuloma espermático na ligação do testículo e do deferente e um pouco de esperma acaba saindo. Por isso, depois de um ou dois meses, quem fez vasectomia deve fazer um espermograma pois existe a chance de gravidez pela possibilidade de haver espermatozoides no esperma.

Fonte: Msn.com.br

 

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