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10 de Abril de 2016

Brincadeiras são mais do que momentos lúdicos para as crianças

Por caixas que virem casinhas, carrinhos, naves espaciais. Por sementes que cresçam ao olhar de quem as semeou. Por peões, pipas, cordas e bambolês que ultrapassem o tempo, unindo pais e filhos não em uma brincadeira direcionada, mas no resgate do pouco que diverte muito. Por uma nova velha infância. Em tempos marcados pela tecnologia e consumismo e onde o ócio é item de luxo, é imperativo resgatar a brincadeira como lugar da convivência, criatividade, entrega ao prazer mais genuíno dessa fase da vida. Porque brincar é coisa séria. É sério porque é na brincadeira que a criança desenvolve habilidades motoras e cognitivas, exercita a criatividade e a imaginação, confronta sentimentos como frustração, raiva, posse e perda, se conecta a outros seres com quem divide emoções e aventuras e se entrega ao prazer da conquista, seja da alegria, da superação, da diversão ou da amizade. Tablet e as demais telas podem ser fontes desse prazer, mas não exclusivamente. 

REINVENTAR - Para a psicóloga Cristiane Melgaço, sócia do Espaço Corre Cutia, resgatar a velha infância não é trazer de volta a nossa infância e a infância de nossos pais e avós. E sim reinventá-la, constantemente. “É buscar na cultura da infância, tão rica e parte do nosso patrimônio cultural, aquilo que encante e que desperte interesse nos dias de hoje”, explica. A ludicidade é, por excelência, a linguagem da infância. Segundo a especialista, para brincar não é preciso um objeto, mas pessoas. “E dentro de todas elas, independentemente da idade, há ludicidade. É muito gostoso possibilitar a elas esse encontro com o que temos de mais humano. Brincar de pique, de esconder e de roda é mágico e contagiante”, defende.

O PAPEL DA ESCOLA - Espaço de encontro de crianças, de diferentes culturas e hábitos, a escola tem papel determinante nos modos de brincar. A psicóloga Luciana Borges, supervisora pedagógica da Escola da Serra, acredita no modelo em que se oferece à criança a possibilidade de brincar de maneira mais livre, sem muita condução do adulto. “Cabe a nós sugerir a elas explorar os elementos da natureza, o desenvolvimento sensorial com diversos materiais e a questão do movimento. A brincadeira é a linguagem da criança e precisa ser valorizada”, defende. Para a especialista, as crianças de hoje estão muito objetivas e pragmáticas. Promover a brincadeira permite enriquecer seu universo simbólico, algo que tem faltado nelas nos dias de hoje. 

Quantas vezes já ouvimos que a infância mudou, que as crianças não se interessam mais por brincadeiras de quintal, que a tecnologia é forte concorrente? Sim. A infância mudou e sempre mudará, mas, para a psicóloga Cristiane Melgaço, cabe aos adultos avaliar se essas mudanças estão sendo benéficas para as crianças. 

Fonte: Uai.com.br

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