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11 de Janeiro de 2016

Ácido Fólico

No Brasil, 52% das mulheres engravidam sem planejar, ou seja, mais da metade dos bebês do país não se beneficiam do efeito protetor da suplementação periconcepcional (que antecede a gravidez) do ácido fólico ou vitamina B9. Isso porque a recomendação é de que a dose diária de 400 microgramas (ou 0,4 miligramas) deva ser iniciada 30 dias antes da gestação e perdurar durante o primeiro trimestre de gravidez. O benefício do uso dessa vitamina do complexo B na prevenção contra defeitos do tubo neural (DFTN) – como a anencefalia, espinha bífida e encefalocele. Novas pesquisas, no entanto, ampliam o efeito protetor da vitamina B9 para a saúde da criança. Professor titular de obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Antonio Carlos Vieira Cabral cita que a suplementação do ácido fólico previne contra outras anomalias, como lábio leporino e fenda palatina. 

IMPORTÂNCIA DA DOSAGEM CORRETA - Presidente da Comissão de Perinatologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Eduardo Borges da Fonseca afirma que o ácido fólico previne entre 70% e 80% contra os defeitos do tubo neural. No Brasil, segundo ele, o maior problema – além da falta de planejamento familiar que impede a suplementação periconcepcional da vitamina B9 – é a dose fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que não segue a prescrição internacional. “A Relação Nacional dos Medicamentos (Rename) determina que o medicamento esteja disponível em gotas na rede pública de saúde em uma dosagem de 0,2mg/ml – quantidade que seria adequada para o uso das gestantes. No entanto, as unidades básicas de saúde disponibilizam o suplemento na dose de 5mg. O ácido fólico não está disponível na rede pública para prevenção contra defeitos no tubo neural, mas sim para tratar anemia”, salienta. Eduardo Fonseca alerta ainda que a superdosagem de ácido fólico também tem repercussões negativas na saúde do feto. “Já existem estudos que associam altas doses dessa vitamina com alterações no desenvolvimento neuropsicomotor da criança”, diz. 

É importante lembrar ainda que o ácido fólico não é significativo somente para as mulheres grávidas e seus bebês. Nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira explica que o folato também tem um papel importante no organismo de adultos e crianças. “O ácido fólico atua na produção de hemoglobina do sangue e sua deficiência no organismo pode causar anemia, inflamação da língua, deterioração mental e ainda problemas relacionados ao sistema gastrointestinal, como diarreia”, explica. 

Fonte: Uai.com.br

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